Biografia
Capicua nasce no Porto nos anos 80, descobre a cultura Hip Hop nos anos 90 (primeiro pelo Grafitti e depois pela música), passando de mera ouvinte a aprendiz de Rapper nos anos 00. Socióloga de formação, considera-se uma rapper militante e é conhecida pela sua escrita exímia, emotiva e politicamente engajada. Com uma vasta discografia, conta já com um percurso sólido no panorama da música lusófona: duas mixtapes (Capicua Goes Preemo – 2008 e Capicua Goes West – 2013), quatro álbuns em nome próprio (Capicua – 2012, Sereia Louca – 2014, Madrepérola – 2020 e Um gelado antes do fim do mundo - 2025), um disco de remisturas (Medusa – 2015), um EP ao vivo (Encore – 2021), dois discos-livro para crianças com o projeto Mão Verde (editados em 2016 e 2022, com Pedro Geraldes, Francisca Cortesão e António Serginho), e também um disco colaborativo com Emicida, Rael e Valete (Língua Franca – 2017). Na última década, tem somado intensos e participados concertos, conquistando um público muito diverso e o reconhecimento da crítica, não apenas no nosso país, mas em algumas incursões internacionais. Apologista do espírito colaborativo típico da cultura Hip Hop, tem partilhado o palco com vários artistas e trabalhado como letrista para vários intérpretes (Gisela João, Clã, Aline Frazão, Ana Bacalhau, Clã, entre outros). Neste âmbito há que assinalar o disco “Metade-Metade” (2023) de Aldina Duarte que escreveu na íntegra, a curadoria e direção artística de “SG Gigante” – disco de homenagem a Sérgio Godinho (2022) e a aclamadíssima “Que força é essa amiga” (uma versão renovada e no feminino do clássico do seu “mestre”, com quem tem colaborado imensamente). A formação é também uma das suas áreas de atividade, com oficinas de escrita e composição de canções (com públicos muito diversos), assim como a presença em conferências e o desenvolvimento de projetos sociais e comunitários (como o OUPA, entre 2015 e 2018 a convite da Câmara Municipal do Porto nos bairros sociais da cidade, o Recanto a convite da Arte em Rede em 2022 e 2023, com grupos corais de diversas localidades, e o Três Tempos em 2025 na Culturgest, no Theatro Circo e no Teatro Viriato com grupos de adolescentes). Tem também somado várias experiências de escrita para teatro (de dramaturgia a bandas sonoras) e conta já com muitos anos de atividade como cronista, na Revista Visão (2015-2021) e atualmente no Jornal de Notícias. Mais recentemente, integrou a a equipa do programa “Cinco à Quinta” na Antena 1, como radialista. Capicua é também autora de três livros, um de crónicas e poemas - “Aquário” (Companhia das Letras, 2022), bem como “Cor-de-Margarida” (Nuvem de Letras em 2023) e “Como é que um caracol foge de casa?” (Nuvem de Letras 2025) para o público infantil.
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capicuarap@gmail.combooking:
Ana Moitinho (Radar dos Sons)anamoitinho@radardossons.com
press:
Anabela Cruzanabela.cruz@ocolectivo.com
Discografia
Em nome próprio:
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Participações:
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Letras para outros intérpretes:
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Reconhecimento
Prémios:
- Menção Especial Prémio Ibérico Álvaro Magalhães (2023) com Mão Verde II
- Prémio José Afonso 2021 pelo disco "Madrepérola"
- Melhor Artista Feminina (2021) – Prémios Play – prémios da música portuguesa
- Prémio José da Ponte 2016 - Sociedade Portuguesa de autores
- Nomeação para o prémio “Nação Inovadora 2015” pela Sic Notícias e a Audi
- Nomeação para “Melhor actuação ao vivo – Artista Nacional” no Portugal Festival Awards de 2014
- Nomeação para “Personalidade do ano 2015” - Prémios APORFEST – Associação Portuguesa de Festivais de Música
- Nomeação para “Melhor Música 2015”, com o tema “Vayorken” nos Globos de Ouro – Sic Caras
- Prémios Novos 2013 - Vencedora da categoria de Música
- Nomeação para os Iberian Festival Awards 2015, na categoria Best Live Performance (Nacional), pelo concerto no FMM – Sines (2015).
- Prémio a(R)itmar da Música e Poesia Galego-Portuguesa na categoria “Melhor Tema Musical Português 2015” com o tema “Medusa”.
Para além da Música
Livros:
- Livro para crianças "Como é que um caracol foge de casa?" (Nuvem de Letras, 2025)
- Livro para crianças “Cor-de-Margarida” (Nuvem de Letras,2023))
- Aquário (Companhia das Letras, 2022)
Teatro:
- Autora das letras da peça "Revolução" no âmbito do projeto Visitações - TNSJ (2024) de Cátia Pinheiro e José Nunes
- Autora do tema “Carta para Maria Parda” para a banda sonora da peça “O Pranto de Maria Parda” de Gil Vicente, encenada por Miguel Fragata para o TNDMII em 2021
- Autora e Diretora da peça “A Tralha”, apresentada na BoCa Bienal 2021 (em Lisboa, Faro, Moita).
Rubricas:
- Programa de rádio "Cinco à Quinta" na Antena 1
- Crónicas no Jornal de Notícias
- Crónicas na Revista Visão
- Programa "Duas de Letra" na Antena 3





